20/11/2018

A luta não para

A luta não para

Apesar de hoje ser um dia comemorativo, a realidade para a população negra continua sendo dura. Segundo o Ipea, quase um terço das pessoas assassinadas no Brasil são pretas. Entre os anos de 2006 e 2016, o número de homicídios de pessoas negras aumentou 23,1%, enquanto a de pessoas não negras recuou 6,8%. Ainda há um estudo que afirma que a cada 23 minutos um jovem negro morre no Brasil. O risco de morte violenta de uma mulher é duas vezes maior se ela for negra. O quadro de violência ao qual as pessoas negras são submetidas fez surgir um termo para explicar esse sistema: genocídio da juventude negra, uma expressão muito dura, mas que torna a discussão obrigatória, principalmente num dia como o de hoje.

Quer saber mais?

Confira o Atlas da Violência do Ipea

Quer se manifestar?

Jovem Negro Vivo! é uma campanha da Anistia Internacional em defesa da juventude negra

Quer uma razão para ficar otimista?

O número de deputados negros eleitos em 2018 para a Câmara cresceu 5%

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